Páginas

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Contando histórias na UCS de Canela

Ontem aconteceu mais uma experiência muito interessante e que só poderia ter sido aqui em Canela mesmo.

Sim porque a UCS de Canela só tem aqui em Canela, as demais unidades são em outros locais e tem outros nomes.

Gracinhas à parte, eu fui convidado pela ON Comunicação para fazer parte de um projeto que tratou de Redes Sociais, Internet, e E-Commerce.  A minha parte era sobre a parte de investimento  em mídia.

Foi muito interessante falar para mais de 100 pessoas. Eu nunca havia tido uma platéia dessas e desse tamanho.

Quem me conhece um pouco sabe que eu me sai melhor pensando e escrevendo do que falando. Isso é fato e como diz meu amigo Juarez Macedo, contra fatos, não há argumentos.

Quero deixar registrado que meu trabalho teria sido muito mais difícil, não fosse o apoio integral e incondicional do pessoal da ON Comunicação  e das meninas do CRA de Caxias  e claro dos mestres da faculdade.

Vocês perceberam que eu não coloquei nomes no último paragrafo, exatamente para não deixar de fora ninguém com quem tive contato ontem. O que deu certo ontem devo a vocês e o que não deu muito certo, a incompetência é minha.

Recebi também uma grande ajuda dos colegas profissionais de publicidade que integram o blog SEMSURA888 que me ajudaram a colocar algumas ideias em ordem para a apresentação.

Foi tenso, mas divertido.

Obrigado a todos mais uma vez pela oportunidade, aprendizado e experiência.

Em tempo:

Corroborando com o que foi dito ontem aqui temos um exemplo do poder dessa tal de "infernet".

Meu blog que é pequeno, tem nove meses de vida e em torno de 100 textos escritos praticamente para a minha família. Incluo na família os amigos que acompanham, tem mais de 3000 acessos, média de mais de 30 acessos por texto. Claro que são sempre os mesmos mas essa tal de "infernet" se bem planejada e executada como fez o pessoal da  Malhas Imperial e Vira e Mexe  de Nova Petrópolis, tem tudo para dar certo.

Valeu pessoal.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Mel Dynha que virou Prys e tenta virar VICTÓRIA.

Tudo começou com uma visita nossa a um evento de animais em Gramado.

Estávamos eu e Dorinha andando pela feira,  o meu objetivo é o de apenas passear, porém Dorinha estava procurando roupinhas para a Cylla, nossa Cocker de 11 anos.

Olha estande daqui, olha cachorro dali e eu vi, num cando aquele velho e bom apelo sentimental. Uma gaiola cheia de cachorrinhos para doação. Todos puros e legítimos "fura saco" já que hoje não temos mais latas de lixo nas ruas.

Quem cuidava daquele espaço era o Amigo Bicho de Canela, que depois eu vim descobrir que as empresas daqui da cidade não se aliam a eles porque a estrutura deixa a desejar, na opinião dessas pessoas enfim eu estava ali só olhando aquele monte de FS, todos amontoados com aquela cara de "me leva pra casa". Eu acho que eles treinam os cachorros para isso.

Estava tudo bem até que Dorinha veio me chamar para ver um cachorrinho que estava na cerca..

Ai, ai, ai, pensei eu. Vou me meter em encrenca, com certeza, mas como dizia meu sogro para as filhas, "o que você não me pede rindo que eu não faço chorando?". Lá fui eu olhar o cachorrinho, tendo dentro de mim a certeza absoluta que eu o levaria para casa, mas tinha que bancar o durão.

A cachorrinha é uma graça, bem FS, de uma cor bege com leves manchas de preto e aquele olhar.

O pessoal do espaço rapidamente pegou-a e colocou-a em nossas mãos. Sacanagem, pensei eu e ficamos andando com ela pelo evento e a cada pessoa que passava por nós se engraçava com a cachorrinha.

Dorinha me garantiu e até agora está cumprindo, que a responsabilidade de educação e cuidados seria dela então resolvemos traze-la conosco.

No caminho começou a discussão sobre o nome. Eu queria dar o nome de Dynha, de coitadinha porque ela um FS que havia sido abandonado. Dorinha não queria, queria um nome mais fácil, ai sugeri o nome Mel e foi ai que surgiu o nome comporto MEL DYNHA. No começo achamos graça, mas eu sabia que não seria esse, mesmo eu tendo feito toda aquela campanha pela rede social.

Levamos a Dynha no veterinário, a mesma que cuida da Cylla, para os primeiros exames. Quando contamos a história para a Doutora, ela deu aquela paradinha para responder e eu pensei: "Hum, poblemas à vista", mas agora estamos aqui e vamos em frente.

Ela sugeriu um tratamento para vermes, antes da vacina, porém uma coisa que ela disse ficou na minha memória.

Sabe aquela frase solta assim, meio displicente, mas que chama a atenção?

Foi uma coisa assim. "...é, vamos ver se ela não tem nenhuma doença incubada e depois a gente vacina."

Fomos para casa. A cachorrinha pulava de um lado para outro e eu me preparando para a primeira noite de Tele sena.

Armamos a cama da Dynha ao lado da nossa no quarto e Dorinha desempenhou direitinho o papel, levantou todas as vezes que a cachorrinha chorou, limpou a sujeira e tudo mais. Essa menina só me dá orgulho.

No dia seguinte , levantei mais cedo dei de comer para os cachorros, levei a turma para as necessidades matinais e tudo bem.

Nesse dia, Dorinha disse que o nome dela seria Prys, então que seja, PRYS

Era a minha vez de bancar a babá.

Eu dou tanta sorte que na minha noite de babá canina, a Prys teve uma recaída por causa dos remédios e começou a vomitar e ter diarreia, bem como a média havia dito.

Foi literalmente uma noite de cão, pra mim e pra ela e ai começaram os problemas.

Na manhã de hoje, ela estava amoadinha e sem vontade de comer, tentava brincar mas a gente via que a coisa estava ficando feia.

Levamos para a veterinária que pediu que a levássemos lá e depois que eu relatei o que havia acontecido ela resolveu entrar com o tratamento para PARVO VIROSE pois havia uma grande chance de salvarmos a PRYS.

O que realmente me deixou muito prostituído da existência foi a  atitude daquele pessoal responsável pela adoção de deixar um animal sem ser tratado por um veterinário.  Da a impressão que eles querem repassar o problema e isso não é correto. Por sorte a Prys veio parar em nossas mãos que faremos o possível para que ela se recupere, mas e se ela tivesse ido parar em um local sem as mesmas condições ou pior, quantos estão nessa situação ?

Não há como esconder minha chateação com os coordenadores do AMIGO BICHO DE CANELA. Se se dizem amigos dos bichos, seria bom considerar a gente também.

E agora estamos aqui em casa e em tratamento, por sorte ela ainda tem vontade de comer o que é um bom sinal.

E vamos torcer para que Prys se torne mais uma Victória.



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Alegrando os meus ancestrais

Hoje, o dia começou tipicamente inverno em Canela. Uma garoa fina, um ar gelado e claro os
termômetros na casa dos três graus.

Dorinha, espertamente, resolveu ficar deitada na cama, com as cobertas e o aquecedor ligado. A adaptação não esta sendo fácil para ela, apesar de toda a valentia dessa garota. E também não há porque ela sofrer com o frio.

Nós nos equipamos, acho que até bem para essa situação então, utilizemos os recursos.

Hoje o fogão à lenha está mostrando que o investimento nele não foi desperdício. A chapa tá azulada e como dizem por aqui, “To fazendo fogo a milhão”.

Lá pelas tantas vendo que o tempo não vai melhorar mesmo e que a temperatura não deverá chegar a dois dígitos mesmo, resolvi ver o que eu faria para o almoço.

Abrindo a geladeira, que definitivamente não tem a menor função no inverno a não ser o freezer, vi uma porção de carne moída olhando para mim com aquela cara de “então, quando é que você vai me usar?”. Só se for agora respondi.

No armário três cenouras e duas batatas também fizeram a mesma pergunta e a resposta foi a mesma.

Com a ajuda do fogão à lenha que estava estalando de alegria, cortei as batatas e as cenouras e “borá pra panela”. Depois de cozidas, foram devidamente refogadas em azeite com cebola e alho e no melhor estilo Vô Chico eu coloquei a carne moída e os ovos cozidos, tudo junto, bem misturadinho. Aqui vale uma ressalva: A carne, já estava pronta.

Ai você me pergunta por que no melhor estilo Vô Chico.

A resposta é simples.

Assim como ele, nada como um copo de vinho, daqueles da colônia mesmo, bem simples, para ajudar na manufatura do almoço.

De fundo musical, uma rádio local a Imperial FM que toca um monte de coisas. De música brega à música alemã, mas sempre numa tocada muito alegre e divertida. Lembrei muito do Vô Chico.

O resultado foi esse prato que, pode não parecer bonito, mas está bem saboroso e que agora será devidamente devorado com uma pimentinha vermelha, com um arroz integral e o restante do vinho.


Eu tenho certeza que ele ficou feliz com essa homenagem. Eu nem sei se ele fazia isso, mas para mim é a cara dele. 

Valeu Vô Chico, pela inspiração.

sábado, 3 de agosto de 2013

A visita da Tina e da Bia

A Tina e a Bia estiveram aqui em casa semana passada.

Elas queriam pegar frio e elas acertaram.

Aquela foi a semana mais fria que tivemos até agora. Os termômetros não chegavam aos dez graus durante o dia e a noite as vezes eles iam abaixo de zero.

Eu fui busca-las no aeroporto em Porto Alegre porque pelo horário em que elas desembarcariam teriam que ficar duas horas esperando o ônibus para Canela e já estava frio. Quanto chegamos a Gramado, o termômetro do carro marcou zero grau.

Andar na rua foi realmente uma aventura. Um vento gelado cortava o que aparecia pela frente. Por sorte dentro de casa estávamos relativamente bem equipados com nossos aquecedores, lençois térmicos e cobertores.

Porém, elas vieram para passear então, vamos à luta.

Parque do Caracol, o vento não nos deixou ficar muito tempo admirando a queda e o negócio era caminhar. Enquanto a Tina e a Dorinha olhavam as lojinhas, eu e a Bia fomos fazer a trilha do Caracol.

Depois, passeio por Gramado e Canela, um delicioso café colonial no OPA´S em Nova Petrópolis, a aventura de andar pelo labirinto verde, e mais algumas outras coisas.

Para resumir essas aventura, fiz um daqueles meus filminhos caseiros com os melhores momentos.

Como falava minha amiguinha Palmirinha, "espero que vocês gostaram" e que eu consiga passar a alegria que foi essa semana com elas aqui em casa.

Dorinha, eu e a Cylla ficamos muito felizes. É verdade que a Cylla não gostou muito porque ficou sozinha em casa, mas foi bem divertido. Voltem quando e por quanto tempo quiserem.

Obrigado pelo carinho de vocês.

Vamos ao filme.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Agosto - Começa o melhor mês do ano.

Não porque seja o mês do meu aniversário, claro que não. Há até alguns invejosos dizem que agosto é o mês do cachorro louco, mas quer saber?

Danem-se.

Agosto é o mês do ano em que as coisas, os negócios começam a decolar. As pessoas começam a ficar mais animadas com a chegada da primavera, logo alio em setembro, ai vem o final de ano, décimo terceiro, presentes festas.

O ano começa mesmo é em agosto, até porque até maio, a maioria de nós trabalhou para pagar impostos e ai veio junho, com o tempo começando a esfriar e ai aquela paradinha básica de julho.

Fora tudo isso, as pessoas que nascem em agosto são muito, mas muito mais animadas que qualquer nascido em outros meses, pode ver por ai.

Só para corroborar com o que digo, o signo que começa o mês de agosto é representado pelo leão, o Rei das selvas.

Agosto é o mês.

Agosto é para todos os gostos

Agosto é aquele mês em que se tem a impressão que o ano começa a subir novamente e todo mundo se anima.

Benvindo mês de agosto e feliz aniversário para os nascidos em agosto.