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terça-feira, 30 de abril de 2013

Segunda com cara de segunda-feira



Nossa hoje foi uma segunda-feira como há muito não acontecia na minha vida.

Começou no domingo, perdendo o sono e indo dormir depois das três da manhã (de segunda).

Depois, acordei perto das onze da manhã. Essas coisas desregulam completamente o meu dia, fica tudo meio atravessado, porque a gente toma café na hora do almoço, esquece de almoçar e ai lá pelas quatro da tarde, fica com aquele humor “tepeêmico” e não sabe porque, ai come mais uma porcaria qualquer para esperar o café da noite, mas é claro que se acaba sempre comendo demais e na hora do café não tem fome.

Hoje foi um desses dias, que beleza.

Não fosse isso, choveu quase que o dia todo e ai você fica preso em casa, com aquela sensação de que precisa fazer alguma coisa, mas não tem ideia do que é e pior, não tem a menor vontade.

No final do dia, além das nádegas formigando de ter ficado o dia todo sentado, você percebe que foi um dia completamente improdutivo e que deveria ter ficado na cama o dia todo.

Por sorte não tive que aguentar nenhum chefe me aporrinhando a paciência, pedindo um plano pra ontem. Lembrar-me disso não melhora meu humor, mas o pensamento é esse mesmo, completamente “segundaferiano”.

Credo! Eu tinha me esquecido como podem ser essas tais segundas-feiras, ainda bem que ela acaba de terminar e estou indo para a cama. Não quero que a terça-feira tenha cara se segunda-feira.

Boa noite a todos, e FELIZ TERÇA-FEIRA.

PS: A única coisa boa do dia foi a conversa que tivemos eu e Dorinha no café da noite na cozinha quando desenhamos o que queremos da nossa nova casa. Isso foi o suficiente para esquecer o que foi essa segunda-feira.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Domingo de churrasco, chimarrão, e filme da televisão e pizza.



Hoje o domingo foi bem ao estilo gaúcho e com uma boa dose de preguiça.

Começou que acordei por volta das dez e meia da manhã coisa rara de acontecer, normalmente às seis e meia da manhã estou de pé. É um velho hábito desde os tempos em que morava em Santos e precisava acordar cedo para pegar o fretado.

Dorinha já estava de pé e tinha levado a Cylla para o passeio pelo jardim. Falando assim até parece que o jardim é alguma coisa vitoriana mas não é nada disso. Nosso jardim deve ter uns 12 metros quadrados.

O café já estava na mesa, só esperando.

Fui até a varanda olhar o dia e o sol estava generoso e a temperatura amena, o dia prometia.

Depois do café fui até o quintal dos fundos, olhar as árvores e aproveitar o tempo gostoso. Já eram perto das onze e meia quando o vizinho convidou a gente para um churrasco.

E porque não? Aceitamos o convite.

Chegamos por volta do meio dia e meia, com um pedaço de salame e um queijo colonial que tínhamos em casa, que foram prontamente fatiados e servidos aos que lá estavam.

Não tinha ninguém diferente, éramos Dorinha e eu, o vizinho, a esposa, a sogra, o tio e um dos filhos, o mais velho. Os dois menores haviam saído com o avô para passar o dia.

Entre uma conversa e outra, as moças preparam as saladas enquanto os rapazes ficam em volta da churrasqueira, contanto histórias, o tio é um excelente contador de história e ainda mais regado a uma boa caipirinha, a conversa flui que é uma beleza.

O Wagner começou a tirar as carnes do fogo para servi-las e fomos para a sala nos sentarmos à mesa.
Dorinha se sentou ao meu lado esquerdo, o tio à minha direita, ao lado dele o João e a Karen. À esquerda da Dorinha estava a Rose, mãe da Karen e do lado dela estava o Wagner. Todos acomodados, começamos a nos servirmos daqueles pedaços generosos de costela assada ao ponto com o sal na medida.

Desta vez quem preparou a salada foi a Karen que aprendeu o ofício direitinho com a mãe. Acompanhava a refeição refrigerante e cerveja.

A conversa estava tão gostosa que não reparamos no andar da hora e só demos conta quando o avô chegou com os dois netos e olhando para o relógio disse. Ainda almoçando!

Olhamos para o relógio que marcava cinco e meia da tarde.

Recolhemos as coisas da mesa e em seguida o Wagner chega com o um chimarrão para arrematar à tarde.

A essa altura, o tio já havia ido embora e a sogra estava no seu quarto.

Ficamos os quatro ali sentados, olhando o por do sol tomando um chimarrão. Dorinha só olhava, ela não gosta do chimarrão.

Quando escureceu e a água da térmica acabou, convidamos os dois para assistirmos a um filme na TV que a Dorinha havia baixado na “infernet”. Eu sei vocês querem saber o nome, estou tentando me lembrar, mas acho que vou ter que procurar o nome.

Pronto, o filme que assistimos foi o Jack Reacher - O Último Tiro com Tom Cruise.

O filme é bem legal e entre uma ação e outra, colocamos uma pizza de quatro sabores (queijo chedar, salamito, azeitonas pretas e strogonof) para aquecer no forno e com uma coca cola pra rebater, completamos o domingo.

Eles foram embora por volta das onze da noite, uma noite com uma lua espetacular, brilhando no céu e iluminando a copa das árvores, um verdadeiro espetáculo.

Churrasco, Amigos, chimarrão, Amigos, filme, Amigos e pizza. Não precisamos de mais nada.

Uma boa semana a todos.

sábado, 27 de abril de 2013

O terreno


Desde que chegamos aqui, apesar de não termos tido pressa, as coisas parecem conspirar para que o resultado aconteça.

Às vezes eu me pergunto se somos mesmo merecedores dessas coisas tão boas acontecendo assim tão depressa.

Eu tento fazer a minha parte, todas as noites eu me deito na cama, dou um beijo na Dorinha, empurro a Cylla para o lado e agradeço ao Papai do céu por mais um dia e por tudo o que Ele e Nossa Senhora tem feito por nós aqui. Sexo rola de manhã, com o cantar do sabiá ao fundo, ele não tem cantando muito ultimamente, mas quando canta rola.

Agradeço também em minhas orações toda a torcida das pessoas que nos amam.
Posto isso, vamos adiante.

A gente esteve sempre atento ao mercado imobiliário, uma das nossas, mais minha que da Dorinha, porque sou bem “norótico”, éramos a de termos uma casa própria, do jeito que a gente queria, na região da cidade que queríamos e principalmente, pagando o que estávamos dispostos a pagar.
Não foi muito tempo é verdade e por isso o meu agradecimento, mas nesses últimos três meses, eu vi um monte de casas e terrenos, falei com quase todas as imobiliárias de Canela em busca do nosso sonho.

Um dia desses passados, resolvemos que iríamos dar um tempo nessa história, porque o mercado aqui está como eles mesmos dizem “fora da casinha” e quando a gente chega com um sotaque de fora o pessoal “tomaticamente” sobe uns 20% no valor de qualquer imóvel.

Então à noite, eu estava olhando os sites das imobiliárias, lembrem-se, eu sou meio “norótico” quando eu vi um terreno numa imobiliária que foi a primeira imobiliária que procuramos em Canela.

Mandei um email pedindo informações e o dia seguinte “noroticamente” resolvi passar na imobiliária para ver se eles tinham recebido.

Quando cheguei encontrei a Renata, uma corretora muito querida e que tinha nos atendido da primeira vez. Contei a história para ela, disse o que eu estava procurando e ela me levou em algumas casas que ela tinha em carteira.

Não era nada do que eu estava procurando e mais uma vez eu me senti frustrado, mas não perdi a confiança, aproveitei que estávamos passando em frente de casa e resolvi mostrar a ela onde e como estávamos instalados, para ficar mais fácil a procura.

Feito isso ela me confessou que não acharíamos uma casa que nos agradasse pelo valor que tínhamos disponível e que a solução seria partirmos para a compra de um terreno e ai sim colocarmos a casa em cima.

Disse o valor que eu tinha disponível para a compra de um terreno e no dia seguinte ela me liga dizendo que havia entrado na carteira da imobiliária, um terreno no bairro que nós queríamos, pelo valor que estávamos dispostos a pagar.

Pois então vamos ver o tal do terreno, eu disse já esperando aquelas pirambeiras que o pessoal já havia me mostrado.

Quando nós chegamos ao local eu me impressionei.

O terreno é no meio de uma quadra em forma de triângulo, tem frente para duas ruas e tamanho em torno de quinhentos metros quadrados. Para quem vem se São Paulo, quase uma chácara.

Em um dos lados, haviam restos de uma construção, muito entulho, mas nada que umas três horas de retroescavadeira não resolva e já está há meio caminho para colocar uma casa em cima. Na outra ponta, e foi por onde me apaixonei, há um monte de árvores que fazem uma sombra deliciosa e que com alguns ajustes, ficará um bosque perfeito.

Ele é bem parecido com o que moramos hoje.

Olhei o terreno e disse. Preciso trazer a Dorinha para ver. Se ela gostar a gente conversa. Isso da boca pra fora, porque por dentro eu já tinha comprado.

Voltamos para casa, peguei a Dorinha e voltamos para ver o terreno. Dorinha fazendo aquela cara de quem não estava a fim de nada e eu na minha.

Ela olhou, viu e um lado, andou pelo outro e só disse uma coisa. “gostei”.

Voltamos para a imobiliária e eu comecei a perguntar sobre o imóvel, a documentação, essas coisas e claro, se poderíamos ter um desconto no valor.

A Renata ficou de averiguar tudo e me retornar.

Como esses dois dias demoraram, mas foram bons porque pude passar várias vezes e em vários horários pelo terreno e observar a posição do sol.

Aqui é muito importante a posição do sol por causa do inverno. Se não tiver o sol da manhã batendo a gente ale de congelar de frio começa a criar raízes nos pés de tanta umidade e nele o sol bate a manhã toda até às 16h quando começa a se esconder atrás das árvores que estão no terreno.

Outra coisa legal é que a área da frente de uma das ruas, a que ficará com a entrada da casa, é uma área de preservação de vegetação, quer dizer que sem vizinho de frente, só vegetação.

Quando a Renata nos ligou dando as respostas e dizendo que o terreno era nosso foi uma grande alegria, marcamos a assinatura da escritura, eu dei o sinal para o negócio e ai vem mais uma coisa que, em outras épocas me deixaria louco. O único documento que acertava o negócio era o meu cheque de cinco mil reais que estava em nome da proprietária e que seria guardado na imobiliária para me ser devolvido depois.

No dia da assinatura eu fiz a transferência do valor para a conta da dona do imóvel e fomos ao cartório. Assinamos tudo e agora ele é nosso, só estamos esperando a documentação voltar do registro de imóveis.

Agora é sonhar com a casa.

Não queremos um imóvel grande, afinal somos só nós dois e a Cylla, mas queremos o nosso loft, com muitos vidros voltados para o sol da manhã, fogão à lenha, meu porão que não abro mão para guardar as garrafas de cachaça e vinho, garagem coberta para os carros, lugar para por a minha rede e uma mesa com bancos e uma churrasqueira no meio do bosque para os dias de calor.

Claro que teremos uma ou duas suítes (isso vai depender do orçamento) para hospedar os amigos e para a Dorinha continuar lendo o tarô.

A gente agradece do fundo do coração toda a torcida e o carinho que vocês têm conosco e logo vocês poderão dizer que tem uma casa na serra gaúcha, a nossa casa.

Obrigado.

PS: Vocês tem ideia de como está fácil para mim segurar a ansiedade da Dorinha, pensando em planta de casa. compra isso, compra aquilo, visita aqui, visita ali.  Não é mole a vida de super herói.

domingo, 21 de abril de 2013

O Churrasco do paulista


Então, depois de alguns meses morando aqui em Canela essa semana resolvi que faria um churrasco em casa.

A primeira coisa foi conferir o tempo, já que a minha churrasqueira é coberta, mas só ela é coberta, tudo que está em volta não.

Tempo conferido, previsão de domingo de sol com poucas nuvens e temperatura amena.

Bora lá, convidar as cobaias da experiência.

Claro que para os gaúchos acostumados a churrasco todos os domingos, o que eu queria fazer seria uma experiência mesmo.

Convidei alguns amigos de Gramado e nossos vizinhos. Eles até me perguntaram se queriam que fizessem o churrasco e eu disse que não. Eu pilotaria a churrasqueira, mas aceitava alguma instrução de última hora.

Convites feitos e aceitos, hora de encomendar a carne, pra churrasco de paulista.

Bandeei-me para o mercadinho aqui perto de casa que sempre serviu uma carne muito gostosa, pelo menos para o meu paladar e encomendei:

Picanha; fraldinha, coração e salsichão. Isso mesmo, churrasco paulista não tem costela. 

E isso não é desaforo não, nem falta de conhecimento, é apenas uma "linha editorial" diferente. Existem muitos restaurantes famosos, na sua maioria pilotados por um gaúcho, que fazem a tal da costela no "bafo" e mais um monte de maneiras.

Ainda precisava arrumar uma coisa muito importante, os espetos.  Ai me lembrei de que na loja TRADIÇÃO lá no Caracol tinha alguns espetos a um preço legal e isso também ficou resolvido.

Domingão, dia de sol como previsto, comecei a arrumar o local da experiência, cerveja na geladeira, cachaça na mesa, pratos, copos, mesa de apoio, tudo pronto, era só esperar as “cobaias” chegarem e pouco a pouco, assim meio ressabiadas elas foram chegando.

No começo era só fogo na churrasqueira, sim resolvi fazer o churrasco com lenha. Pouco atrevido eu não acham, mas como dizem se é para ir para inferno, quero beijar o capeta na boca.

Enquanto o fogo lambia na churrasqueira, que mais parecia um alto forno, eu comecei preparar os espetos para coloca-los para assar.

E o pessoal só de rabo de olho, prestando a atenção no que o paulista estava fazendo.

Primeiro teste foi com o espeto de coração de frango. Acertei metade. A outra metade ficou meio bastante crua e teve que voltar para o fogo.

Depois foi o de salsichão, este passou beleza, estava no ponto, o pessoal devorou. Nada como a fome para temperar um almoço.

Ai veio o da picanha que modéstia parte estava um PETÁCULO. Só de lembrar-me dela ainda dá água na boca. Se eu não guardo um pedaço para Dorinha que estava conversando com a Elsinha, ela dançaria.

E pra finalizar, a fraldinha que resolvi fazer na grelha inteira numa peça só. Meu amigo, ela estava suculenta, macia, saborosa, uma verdadeira dádiva dos céus.

Não posso deixar de mencionar o auxilio luxuoso da salada de batatas da Rose sem q qual metade do almoço estaria perdido.

Não sei qual foi o julgamento do pessoal, também não perguntei, mas eu adorei o meu churrasco paulista.

E esse foi o meu domingão.

Agora descobri que tenho que ajudar a Dorinha a trocar a roupa de cama, porque nossa amada cahorrinha enciumada porque ninguém tava dando atenção pra ela, subiu com as patas sujas e bagunçou tudo.

É isso ai pessoal, divirtam-se com as fotos.





sábado, 20 de abril de 2013

Nós em São Paulo


No começo do mês estivemos em São Paulo para resolvermos os últimos detalhes que estavam pendentes, entre eles o da transferência do Chevette e impressão foi de ser um turista na cidade.

Começou pela viagem. Saímos de Canela de ônibus para o aeroporto de Porto Alegre. Foram duas horas e quarenta minutos de viagem. Depois, mais uma hora e vinte de voo até São Paulo. Descer em Congonhas torna a viagem mais curta que descer em Guarulhos, cerca de 20 minutos.

O primeiro susto de turista foi ao chegar à locadora, que fica perto da pista de Congonhas e ouvir aqueles aviões decolando. O barulho é qualquer coisa de trincar os dentes de susto e não há como se acostumar com aquilo, pelo menos não nos quarenta minutos que lá ficamos.

Pegamos o nosso carro e fomos para o hotel. Ai sim eu me senti no inferno. Imaginem que eu dirijo um carro grande e alto, numa cidade que não tem trânsito e que os carros param para os pedestres, aliás, os pedestres daqui não durariam quinze minutos em São Paulo, eles simplesmente não olham e não param para atravessar as ruas, mas voltando o meu inferno, em São Paulo pegamos um carro pequeno, baixo e caímos de cara na Avenida Vinte e Três de Maio. Até o velho HD recuperar o setup de sobrevivência na selva, nem o rádio ligamos.

Chegamos ao hotel, sãos e salvos, mas claro que errando algumas entradas, porém no final deu tudo certo.

Estávamos cansados da longa viagem. Havíamos saído de casa às 8h e estávamos chegando às 17h, pedimos um lanche e nos atiramos na enorme cama do nosso quarto, o de número 1101 no HOTEL VILLE.

Na manhã seguinte, sexta-feira, depois de um delicioso café, resolvemos que iríamos até o DETRAN tentarmos resolver a questão da transferência do Chevette para Canela.

O DETRAN é menos assustador do que parece, as pessoas tem uma baita boa vontade para resolver os problemas, o que pega é que para cada pergunta que você faz, há um guichê diferente em um andar diferente para te dar a resposta. O resultado é que até descobrirmos o que queríamos, passamos por nada menos que três andares e cinco salas.

O resultado foi que não será fácil trazer a placa do Chevette para Canela, pois por causa ano de fabricação dele (1983) e principalmente pela última vistoria feita, quando ele trocou da placa amarela para a cinza (1999), o DETRAN não tem mais os documentos físicos e não há como comprovar que ele saiu da fábrica com o motor que está nele. Para comprovarmos isso temos que leva-lo para São Paulo para fazermos uma vistoria fotográfica e ai DETRAN emite um novo CRVL com o número do motor e ai conseguiremos transferi-lo.

Vamos tentar junto ao DETRAN daqui uma solicitação para assumirmos a responsabilidade pelo motor e assim tentar emitirmos o documento aqui, senão me desculpem, mas ele ficará irregular porque eu não vou leva-lo para SP só para provar que ele é nosso. Eu estou tentando fazer a coisa certa, mas eles não querem ajudar, então ele só vai andar pelo bairro.

Quando demos por encerrada a maratona no DETRAN eram quase quatro da tarde e tínhamos que voltar para o hotel, pois era o dia do rodízio do carro.

Voltamos para o hotel e eu fui me encontrar com alguns amigos que ainda trabalhavam na Gazeta e fomos tomar uma cerveja.

No sábado fomos a Sorocaba visitar Dom José que está cada vez melhor. O cara parece vinho de guarda. Quanto mais tempo melhor ele fica. Almoçamos, conversamos e voltamos para São Paulo.

Domingo foi dia de encontro com a família da Dorinha no restaurante do Guappo. Aproveitamos para um passeio pelo shopping, coisa que eu adoro e depois um passeio pelas ruas de São Paulo.

Nos dias que se seguiram, fomos resolvendo o que precisava ser resolvido e passeando pela cidade.

Visitei Tivonne em Bertioga. Dorinha não foi, não estava se sentindo bem, como eu disse a ela, “perdeu preiboi”. Passamos, eu e Tivonne, a tarde toda tomando cerveja e comendo camarão olhando para o mar de Bertioga.

Visitamos também nossas ex vizinhas e amigas Maria José e Elaine, apesar de rápida a visita foi muito gostosa.

Outra grata surpresa foi  a visita da Meire tranqueira. Saber que a vida dela está boa muito nos alegrou. Ela é muito especial, muito alto astral e muito valente.

É uma coisa muito interessante você visitar São Paulo como um turista. Você se assusta no começo com aquela correria, o barulho, o trânsito, aquele pessoal ligado em 220 o tempo todo, mas passado o susto a cidade é muito bonita e tem muita coisa para ver. Nós não vimos tudo o que queríamos porque precisávamos resolver muitas coisas, mas voltaremos com dois turistas para passear por São Paulo.

Como eu sempre disse sair a passeio é ótimo, mas voltar pra casa não tem preço e uma semana depois de termos saído, voltamos para nossa casinha aqui em Canela. No mesmo dia fomos buscar a Cylla no hotel e pronto, tudo começa a voltar ao normal.

Até a próxima 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Obrigado pelo carinho Fernanda Montenegro


Esta homenagem que a grande dama, Fernanda Montenegro, faz ao seu marido, é uma verdadeira lição de companheirismo, amor e dedicação ao próximo.
Obrigado por cuidar de nós, homens.


FALANDO DOS HOMENS
(Fernanda Montenegro)

    Minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor!

     O modo de vida, os novos costumes e o desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está o macho da espécie humana.

     Tive apenas 1 exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008) mas, na verdade, acredito que era ele quem também me mantinha firme no relacionamento.

     Portanto, por uma questão de auto sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem os Homens!'

     Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade a fim de se preservar os raros e preciosos exemplares que ainda restam.

1. Habitat
     Homem não pode ser mantido em cativeiro. Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA.

       Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada, diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor.

2. Alimentação correta
    Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra.
     Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã os mantém viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar.

     Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Portanto, não se faça de dondoca preguiçosa e fresca. Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva.

3. Carinho
     Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor. Se você quer ter a fidelidade e dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário, outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta.
4. Respeite a natureza
     Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Pescaria? Amigos? Liberdade? Carros? Case-se com uma Mulher.
     Homens são folgados. Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso.

5. Não anule sua origem
     O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro masculino não é um mito
     Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem!).
     Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração.

     Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade.

     Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens.

7. Não faça sombra sobre ele
     Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé na bunda.

     Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. A mulher sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios. Ela sabe. que, preservando e cultivando o seu homem, estará salvando a si mesma.
     E, Minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor!

     Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom! Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre.

Com carinho,
Fernanda Montenegro

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A menina sortuda e o ovo com cerveja



O nome já dá uma ideia do que aconteceu, mas vamos aos detalhes do ocorrido.

No final de semana de Páscoa, a menina recebeu em sua casa um grupo de amigos muito queridos e que já não se encontravam há meses, três para ser mais exato.

O final de semana prometia o tempo extremamente agradável, convidava a todos para passeios
pela cidade, olhando as atrações de comemoração à data. Eu nunca vi tanto coelho e tanto chocolate na vida.

Lá pelas tantas, depois de um passeio pelo parque de lavadas no Le Jardin, é claro que a fome e a sede tomaram conta do grupo que se dirigiu a um estabelecimento na rua coberta, o Bistrô para acalmar a fome e a sede.

Neste estabelecimento, havia duas coisas que contribuem para a nossa história.

A primeira era o chope da Rasen Bier, uma cervejaria da região que muito agradava o paladar da turma.

A segunda era o sorteio de um ovo de chocolate com aproximadamente 2 quilos do mais puro chocolate Lugano que a Rasen Bier estava fazendo para promover a cerveja Dunkel, que tem notas de café e acompanha muito bem chocolate.

Nossa isso tá pior que programa feminino de tanto merchandising.

Para quem conhece as empresas creio que não há novidade, mas quem não conhece, quando tiver oportunidade visite-as e não se esqueçam de dizer que viram no meu blog. Fiz o meu também, mas voltemos à história.

Entre um brinde e outro a conversa rolava fácil, os brindes e os copos de chope também. Lá pelas tantas o garçom chega com uma série de papeis para serem preenchidos para concorrer ao ovo de páscoa.

Todos preencheram com seus dados, isso dá um banco de dados legal para quem organiza o concurso e que depois pode ser utilizado para promover a marca. Hoje estou publicitário puro.
O final de semana continuou com a menina sortuda e seus amigos passeando pelos parques da cidade, almoçando em restaurantes como o Canela em Brasa (e tome merchan e com link).

E eles voltaram para suas casas e a menina sortuda estava feliz pela visita e realmente se sentia com sorte pelo grupo ter passado o final de semana com ela.

No meio da semana, quarta-feira, a menina sortuda recebe uma ligação da Rasen Bier dizendo que ela havia sido sorteada e ganhara um dos ovos de chocolate da promoção.

Ela ficou radiante, feliz, cantava pela casa, estava quase que saltitante de tão ansiosa para ir buscar o prêmio.

E foi até a cervejaria que fica na cidade vizinha para receber seu prêmio.

Chegando lá, foi recebida pela dupla PAT/ANGEL que a atendeu muito bem, conversa daqui,
conversa dali e de repente alguém entra com aquele pacote enorme de dois quilos de chocolate e entrega para a menina sortuda.
Ela não cabia dentro de si de tanta alegria e claro que transbordou essa alegria toda no cartão de crédito comprando uma caixa de cerveja e mais duas garrafas de licor, mas o que importava era ver o sorriso nos lábios e os olhos brilhando como poucas vezes eu vi, a menina sortuda estava feliz e isso não tem preço.

Parabéns menina sortuda agora pôr favor, me diga seis números, apenas seis, por favor, eu preciso jogar na mega sena para pagar o cartão de crédito.

Atenção empresas citadas nesse texto. Aceito colaboração em produto porém se alguém estiver a procura de um profissional experiente na área de marketing publicitário, não se acanhem, me procurem, não aguento mais ficar em casa.

Páscoa 2013


Esta foi a nossa primeira Páscoa em Canela, a nossa nova cidade.

Independente da novidade, o resultado foi muito bom.

Recebemos dois casais irmãos nossos. Um deles por serem mesmo parentes diretos da Dorinha e outro por pura afinidade.

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, então vamos economizar texto e tempo de todo mundo. Vamos para as imagens nesse compilado de aproximadamente dezesseis minutos sobre o nosso final de semana.




Complementando o vídeo, quero deixar registrado o nosso agradecimento pela ligação que recebemos da sogra. Isso nos faz muito bem. Tá certo que a irmã que veio disse que vocês só ligaram porque ela estava aqui. Coisa de criança mimada, eu acho. Ahahahhhh

Apesar do pouco chocolate que rolou nesta Páscoa, creio que poucas vezes na nossa vida ela foi tão doce.

Obrigado aos que vieram até aqui, os que nos ligaram os que pensaram em nós e os que não pensaram também.

Aqui em Canela, há felicidade de sobra para distribuirmos a todos. É só pegar e usar sem moderação.