Hoje o domingo foi bem ao estilo
gaúcho e com uma boa dose de preguiça.
Começou que acordei por volta das
dez e meia da manhã coisa rara de acontecer, normalmente às seis e meia da
manhã estou de pé. É um velho hábito desde os tempos em que morava em Santos e
precisava acordar cedo para pegar o fretado.
Dorinha já estava de pé e tinha
levado a Cylla para o passeio pelo jardim. Falando assim até parece que o
jardim é alguma coisa vitoriana mas não é nada disso. Nosso jardim deve ter uns
12 metros quadrados.
O café já estava na mesa, só
esperando.
Fui até a varanda olhar o dia e o
sol estava generoso e a temperatura amena, o dia prometia.
Depois do café fui até o quintal
dos fundos, olhar as árvores e aproveitar o tempo gostoso. Já eram perto das
onze e meia quando o vizinho convidou a gente para um churrasco.
E porque não? Aceitamos o
convite.
Chegamos por volta do meio dia e
meia, com um pedaço de salame e um queijo colonial que tínhamos em casa, que
foram prontamente fatiados e servidos aos que lá estavam.
Não tinha ninguém diferente, éramos
Dorinha e eu, o vizinho, a esposa, a sogra, o tio e um dos filhos, o mais
velho. Os dois menores haviam saído com o avô para passar o dia.
Entre uma conversa e outra, as
moças preparam as saladas enquanto os rapazes ficam em volta da churrasqueira,
contanto histórias, o tio é um excelente contador de história e ainda mais
regado a uma boa caipirinha, a conversa flui que é uma beleza.
O Wagner começou a tirar as
carnes do fogo para servi-las e fomos para a sala nos sentarmos à mesa.
Dorinha se sentou ao meu lado
esquerdo, o tio à minha direita, ao lado dele o João e a Karen. À esquerda da
Dorinha estava a Rose, mãe da Karen e do lado dela estava o Wagner. Todos
acomodados, começamos a nos servirmos daqueles pedaços generosos de costela
assada ao ponto com o sal na medida.
Desta vez quem preparou a salada
foi a Karen que aprendeu o ofício direitinho com a mãe. Acompanhava a refeição
refrigerante e cerveja.
A conversa estava tão gostosa que
não reparamos no andar da hora e só demos conta quando o avô chegou com os dois
netos e olhando para o relógio disse. Ainda almoçando!
Olhamos para o relógio que
marcava cinco e meia da tarde.
Recolhemos as coisas da mesa e em
seguida o Wagner chega com o um chimarrão para arrematar à tarde.
A essa altura, o tio já havia ido
embora e a sogra estava no seu quarto.
Ficamos os quatro ali sentados,
olhando o por do sol tomando um chimarrão. Dorinha só olhava, ela não gosta do
chimarrão.
Quando escureceu e a água da
térmica acabou, convidamos os dois para assistirmos a um filme na TV que a
Dorinha havia baixado na “infernet”. Eu sei vocês querem saber o nome, estou
tentando me lembrar, mas acho que vou ter que procurar o nome.
Pronto, o filme que assistimos
foi o Jack Reacher - O Último Tiro com Tom Cruise.
O filme é bem legal e entre uma ação e outra,
colocamos uma pizza de quatro sabores (queijo chedar, salamito, azeitonas pretas e
strogonof) para aquecer no forno e com uma coca cola pra rebater, completamos o
domingo.
Eles foram embora por volta das onze da noite,
uma noite com uma lua espetacular, brilhando no céu e iluminando a copa das
árvores, um verdadeiro espetáculo.
Churrasco, Amigos, chimarrão, Amigos, filme,
Amigos e pizza. Não precisamos de mais nada.
Uma boa semana a todos.
Domingão do Caião!
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