No começo do mês estivemos em São
Paulo para resolvermos os últimos detalhes que estavam pendentes, entre eles o
da transferência do Chevette e impressão foi de ser um turista na cidade.
Começou pela viagem. Saímos de
Canela de ônibus para o aeroporto de Porto Alegre. Foram duas horas e quarenta
minutos de viagem. Depois, mais uma hora e vinte de voo até São Paulo. Descer
em Congonhas torna a viagem mais curta que descer em Guarulhos, cerca de 20
minutos.
O primeiro susto de turista foi
ao chegar à locadora, que fica perto da pista de Congonhas e ouvir aqueles
aviões decolando. O barulho é qualquer coisa de trincar os dentes de susto e
não há como se acostumar com aquilo, pelo menos não nos quarenta minutos que lá
ficamos.
Pegamos o nosso carro e fomos
para o hotel. Ai sim eu me senti no inferno. Imaginem que eu dirijo um carro
grande e alto, numa cidade que não tem trânsito e que os carros param para os
pedestres, aliás, os pedestres daqui não durariam quinze minutos em São Paulo,
eles simplesmente não olham e não param para atravessar as ruas, mas voltando o
meu inferno, em São Paulo pegamos um carro pequeno, baixo e caímos de cara na
Avenida Vinte e Três de Maio. Até o velho HD recuperar o setup de sobrevivência
na selva, nem o rádio ligamos.
Chegamos ao hotel, sãos e salvos,
mas claro que errando algumas entradas, porém no final deu tudo certo.
Estávamos cansados da longa
viagem. Havíamos saído de casa às 8h e estávamos chegando às 17h, pedimos um
lanche e nos atiramos na enorme cama do nosso quarto, o de número 1101 no HOTEL VILLE.
Na manhã seguinte, sexta-feira,
depois de um delicioso café, resolvemos que iríamos até o DETRAN tentarmos
resolver a questão da transferência do Chevette para Canela.
O DETRAN é menos assustador do
que parece, as pessoas tem uma baita boa vontade para resolver os problemas, o
que pega é que para cada pergunta que você faz, há um guichê diferente em um
andar diferente para te dar a resposta. O resultado é que até descobrirmos o
que queríamos, passamos por nada menos que três andares e cinco salas.
O resultado foi que não será
fácil trazer a placa do Chevette para Canela, pois por causa ano de fabricação
dele (1983) e principalmente pela última vistoria feita, quando ele trocou da
placa amarela para a cinza (1999), o DETRAN não tem mais os documentos físicos
e não há como comprovar que ele saiu da fábrica com o motor que está nele. Para
comprovarmos isso temos que leva-lo para São Paulo para fazermos uma vistoria
fotográfica e ai DETRAN emite um novo CRVL com o número do motor e ai
conseguiremos transferi-lo.
Vamos tentar junto ao DETRAN
daqui uma solicitação para assumirmos a responsabilidade pelo motor e assim
tentar emitirmos o documento aqui, senão me desculpem, mas ele ficará irregular
porque eu não vou leva-lo para SP só para provar que ele é nosso. Eu estou
tentando fazer a coisa certa, mas eles não querem ajudar, então ele só vai
andar pelo bairro.
Quando demos por encerrada a maratona
no DETRAN eram quase quatro da tarde e tínhamos que voltar para o hotel, pois
era o dia do rodízio do carro.
Voltamos para o hotel e eu fui me
encontrar com alguns amigos que ainda trabalhavam na Gazeta e fomos tomar uma
cerveja.
No sábado fomos a Sorocaba
visitar Dom José que está cada vez melhor. O cara parece vinho de guarda.
Quanto mais tempo melhor ele fica. Almoçamos, conversamos e voltamos para São
Paulo.
Domingo foi dia de encontro com a
família da Dorinha no restaurante do Guappo. Aproveitamos para um passeio pelo
shopping, coisa que eu adoro e depois um passeio pelas ruas de São Paulo.
Nos dias que se seguiram, fomos
resolvendo o que precisava ser resolvido e passeando pela cidade.
Visitei Tivonne em Bertioga.
Dorinha não foi, não estava se sentindo bem, como eu disse a ela, “perdeu
preiboi”. Passamos, eu e Tivonne, a tarde toda tomando cerveja e comendo camarão
olhando para o mar de Bertioga.
Visitamos também nossas ex vizinhas e amigas Maria José e Elaine, apesar de rápida a visita foi muito gostosa.
Outra grata surpresa foi a visita da Meire tranqueira. Saber que a vida dela está boa muito nos alegrou. Ela é muito especial, muito alto astral e muito valente.
Visitamos também nossas ex vizinhas e amigas Maria José e Elaine, apesar de rápida a visita foi muito gostosa.
Outra grata surpresa foi a visita da Meire tranqueira. Saber que a vida dela está boa muito nos alegrou. Ela é muito especial, muito alto astral e muito valente.
É uma coisa muito interessante
você visitar São Paulo como um turista. Você se assusta no começo com aquela
correria, o barulho, o trânsito, aquele pessoal ligado em 220 o tempo todo, mas
passado o susto a cidade é muito bonita e tem muita coisa para ver. Nós não
vimos tudo o que queríamos porque precisávamos resolver muitas coisas, mas
voltaremos com dois turistas para passear por São Paulo.
Como eu sempre disse sair a
passeio é ótimo, mas voltar pra casa não tem preço e uma semana depois de
termos saído, voltamos para nossa casinha aqui em Canela. No mesmo dia fomos
buscar a Cylla no hotel e pronto, tudo começa a voltar ao normal.
Até a próxima
Foi a Bertioga e não parou aqui em Mogi né??? Bjs
ResponderExcluirPois é. A bem da verdade eu nem passei por Mogi, dei a volta pela perimetral, mas prometo que na próxima eu passo ai. Beijos
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