O CHEVETTE NO DETRAN
Quase estressou. Se estivéssemos
em São Paulo, certamente eu estaria estressado.
Hoje o dia foi suave, quer dizer
sem caixas.
Começamos levando Chevette até o DETRAN
para fazermos a transferência e ai começou a diversão.
Primeiro foi a falta da cópia
para comprovar a mudança de sobrenome da Dorinha. A carteira de habilitação com
o nome novo não servia, tem que ser a cópia da certidão de casamento.
Perfeitamente, voltei pra casa para pegar o documento enquanto a Dorinha enchia
os caras de perguntas sobre a placa preta que ela quer colocar no carro. Ano
que vem ele completa 30 anos, mas com corpinho de 15.
E foi por causa desses quase 30
anos que a coisa complicou. O DETRAN de São Paulo tem uma norma para carros
muito antigos, eu acho que eles resolveram não cadastrar todos os carros no
novo sistema só os mais novos, São Paulo tem muito carro; A saída foi uma linha
de corte e dali pra traz está tudo bloqueado e é liberado por demanda. Eu faria
isso.
Enfim, pelo jeito só eu como
despachante não conseguirei resolver, vou ter que contratar outro.
Depois desse baldão de água fria
resolvemos passear, fomos visitar alguns amigos como a turma do Gramado Palace
e o povo do Le Jardin. Batemos um papão com o pessoal e matamos as saudades.
Essa época é complicada por aqui
porque a cidade está cheia de turistas e o pessoal tem muito trabalho e acaba
não sobrando tempo para uma conversa, afinal é o NATAL LUZ e é o Natal deles
também, mas já armamos alguns encontros nos dias de folga.
Fomos almoçar no ITA BRASIL um
restaurante por quilo legal, mas um restaurante por quilo. Depois fomos visitar
um supermercado. Estamos procurando a água BONAFONT aqui na região, mas parece
que não tem e a Dorinha resolveu parar numa loja para ver, mas estávamos
cansados por causa da frustração do DETRAN e pelo calor que fez aqui hoje. A
visita não foi muito legal, temos que ir lá de novo. “TEMOS” eu disse isso?
Vocês devem estar pensando que eu fiquei doido, mas nesse caso é temos mesmo. A
loja tem um posto avançado da cervejaria Rasen Beer de Gramado, o que tornou a
loja um ponto muito interessante.
Depois disso voltamos para casa e
eu comecei a pesquisa de como fazer para transferir o Chevette para Canela.
Falei com um de São Paulo e outro
de Gramado, os dois me cobraram o mesmo valor, porém o de Gramado vai fazer uma
consulta antes para ver o que é e ai sim a gente toma a decisão, já o de SP
pede que eu mande as cópias dos documentos para ele para fazer a liberação. “Ai
eu te pergunto pra você?”
Em quem acreditar, no de SP ou no de Gramado?
Comentando com a Dorinha, veio
uma ideia melhor. Vamos ligar para o DETRAN de SP e ver como é que fazemos
isso.
Foi o que fizemos, uma moça muito
simpática me atendeu e com ela, tirei todas as minhas dúvidas de como fazer
para transferir o carro para Canela.
A ligação não durou mais do que
10 minutos isso de conversa e pronto. Amanhã tiro a cópia dos documentos, mando
para SP e daqui a uns 10 dias úteis o Chevette está liberado para a
transferência para Canela. Simples assim. Deve ser por isso que a espécie
“despachante” esteja em extinção aqui no interior.
Vocês tem ideia da grana que eu
vou me dar de caixinha por essa? Tudo bem que vou repartir com a Dorinha que
foi a mentora da ideia, mas a gorjeta vai ser polpuda, ah se vai.
Agora, são quase 19h e em
Brasília devem estar terminando mais uma edição de A VOZ DO BRASIL eu vou pegar
um filminho para ver na TV.
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