AS PODEROSAS NOEMI E KELI
Essas duas quando aparecem em
casa é o TERROR.
Elas chegam as 13h30 e começam a
botar uma pilha em mim e na Dorinha e a gente vai indo, vai indo, e quando
olhamos estamos os dois, Dorinha e eu destruídos.
Hoje elas, e ai eu incluo a
Dorinha, resolveram arrumar as prateleiras de DVD. São pelo menos 2800 filmes
que a Dora tem e todos eles estavam em caixas no porão. Vamos ver se alguém
adivinha quem foi que “paleteou” as caixas do porão para a sala. Vocês vão
precisar de uma única chance. Quando eu parei de contar eu tinha carregado 10
caixas de DVD mais uma mala a qual me livrei com um belo chute de canhota e ela
foi parar no meio do quintal. Tudo bem que eu extravazei, mas foram dois
trabalhos, o de chutar a mala e ir busca-la.
Além dos DVDs, sobrou carregar
caixa de roupa pra cima, container de plástico para colocar sapato. Pra que
precisamos de tanto sapato se só conseguimos usar dois de cada vez e mesmo
assim nem todos conseguem.
Era caixa disso pra cá caixa
vazia pra lá, por favor, pega isso, aproveita e leva isso que quem decretou
feriado hoje fui eu. E se depender do meu estado de agora, vai ser feriadão
tipo congresso nacional. Só na terça que vem. Não, terça que vêm elas estão de
volta, preciso emendar até quarta pelo menos.
Sem brincadeira, acho que hoje eu
desmontei umas 20 caixas que carreguei.
Meu consolo foi no final do dia
poder sentar-me na varanda, abrir uma polar geladinha e recitar o segundo
mandamento: NÃO PRONUNCIAR SEU NOME EM VÃO. Vocês não tem ideia de como aquela
latinha de cerveja desceu acariciando as minhas papilas gustativas, depois
aquela sensação de frescor pela garganta. (chega esse texto tá muito sensível
para meu gosto). A cerveja estava ótima, pronto.
Mas o porão que agora passa a ser
chamado de subsolo, não sei bem porque, porque ele está no nível do terreno, a
casa é que está mais alta, mas não estou mais a fim de discutir, está bem mais apresentável
o que não muda absolutamente nada já que aquilo é um porão. Deixa pra lá, vou
abrir mais uma polar, botar os pés pra cima e chorar de dor.
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