Faz alguns dias que não tenho
tido tempo de sentar-me ao computador para escrever alguma besteira, muito
menos, alguma coisa seria.
Não sei se eu estou ficando mais
critico com as coisas, pouco provável, ou se estou ficando mesmo sem paciência
de escrever.
O que me preocupa é que nesses dias
em que não escrevi ninguém perguntou nada, ninguém ligou ninguém nada......
CÉUS, crise de carência não, já bastam as duas que tenho aqui em casa.
Pensando nisso, deu aquela
vontade de parar, mas ai uma dúvida surgiu:
E se eu parar e ninguém notar que
parei? Será que vou aguentar essa rejeição? É, parece crise de carência mesmo, “ô
cutado”.
Para não aumentar essa crise de
carência e pior, descobrir que ninguém lê mesmo isso, resolvi escrever de novo.
Esta questão me fez lembrar os carentes
das redes sociais que publicam em seus perfis aquela frase: “Se você é meu amigo compartilha e vamos ver
quantos amigo eu tenho”.
Isso é a maior oportunidade de se
tomar uma “piaba” virtual que eu tenho conhecimento.
Imaginem o “carentão” ou “carentona”
como queiram, colocar a frase no perfil e ficar só no ”F5” atualizando a página
e nada, ninguém compartilha e depois de uns 500 “F5” ele, ou ela, resolvem
arrumar as desculpas.
“Deve ser a rede que está lenta”
ou “é o horário, amanhã todo mundo vê”.
No dia seguinte, mal acorda e “pá”,
gruda na rede para ver o resultado. Roda daqui rola de lá e quando chega à
mensagem vê que só a tia dele, uma senhorinha dos seus oitenta anos, para quem
ele, ou ela, deu um computador com a desculpa de “a senhora precisa se
atualizar” curtiu o status dele. Vejam bem, curtiu, mas não compartilhou.
Claro, pensa o carentão ou
carentona, ela só curtiu porque não sabe compartilhar. Mas ela queria e se dá
por feliz afinal de contas o que o carente quer é atenção e pelo menos, aquela
senhora deu a atenção.
E o resto dos 2.457 amigos que
ele tem no seu perfil, porque não compartilharam sua mensagem?
Sabem por quê? Só de sacanagem,
mas não se estresse com isso, fique tranquilo meu carentão ou minha carentona,
tomo mundo te ama, mesmo que não diga, deve ser o trânsito, o trabalho ou quem
sabe a rede mesmo que está lenta. Tente semana que vem de novo.

Eu acho que você está gostando mais da rede com cerveja do que do computador. Não esqueça continuamos morando em São Paulo.
ResponderExcluirTurma de Santana ou J. São Paulo, sei lá
Para falar a verdade estou mesmo gostando mais da rede do que qualquer coisa, mas eu não vou esquecer de vocês que moram em SP.
ResponderExcluirPosso perguntar? Por que no seu blog não há como inscrever-se como seguidor? Por que não se consegue entrar se você não autoriza? Será que estou equivocada e qualquer pessoa poderá ver o seu blog? Muitas perguntas? Mais uma? É possível ficar carente em uma cidadezinha encantadora, em uma casa idem, com alguns novos amigos e uma nova vida inteira para descobrir? Beijos.
ResponderExcluirVocê e as perguntas complicadas.
ExcluirEu coloquei o seguidores mas não sei se sou eu quem os inscrevo ou se são os seguidores. Não estou acostumado com a fama.
Pelo pouco que eu entendi dessa coisa, qualquer pessoa pode ver e escrever no blog. Meu círculo de amizades não é tão grande como o seu.
E a última, eu não fiquei carente não. foi só frescura.
Amo você
Mais uma pergunta: por que não tirar aquelas letras horríveis que precisamos digitar para publicar os comentários? Outro beijo.
ResponderExcluirLamento, mas essa você tem que perguntar para quem desenvolveu o programa, porém acredito que seja por questões de segurança e concordo com você, elas poderiam ser um pouco mais fáceis de se entender.
ExcluirTambém apanho delas vez por outra.
Beijo
Quantas questôes!!!!
ResponderExcluirEu digo que sou sua amiga.
Mas será que sou sua amiga?
Eu sou sua amiga??/
Não, não sou sua amiga, já decidi, sou sua irmã adotiva.
Por isso nunca se sinta só e abandonado, quem consegue ampliar a família é sempre abençoado com muitos amigos e anjos por onde quer que vá.
Bjs
Roni
Adorei suas palavras e te digo que você não é minha irmã adotiva, você é minha irmã por opção e isso não tem preço.
ExcluirAmo você maninha.