Hoje estamos fazendo um mês que
estamos em Canela. EEEEEEEEEEEH!
Nesta mesma data no mês passado
eu olhava para a casa e pensava: O QUE É QUE ME DEU DE MUDAR? Mas isso foi o
mês passado e naquela época eu tinha certeza que estaria bem melhor agora,
assim como tenho certeza que mês que vem estaremos mais tranquilos ainda. A
minha sorte é que a Dorinha não se sentiu assim em nenhum momento.
Pra comemorar fomos jantar fora.
Na verdade foi a união do útil ao agradável. Saímos no final da tarde para
levarmos as calças que a Dorinha havia comprado na Feira de Natal e não
serviram, ficaram grandes demais e aproveitamos para dar um passeio, ai bateu
uma fominha e já que estamos por aqui, porque não?
Começamos a procurar. A primeira
pedida foi um sanduíche vocês precisam conhecer os sanduíches daqui. Imaginem o
big-mac, agora multipliquem por dois. Esses são os sanduíches daqui. Mas
sanduba a gente já tinha comido e eu queria uma coisa mais atraente.
Por estarmos com a Cylla junto, precisávamos
de um lugar que tivesse mesa do lado de fora. Acabamos parando na Casa da Serra,
que fica na rua da entrada principal da cidade.
Sentamos e em seguida veio um
garçom atencioso com os cardápios e começamos a olhar. Dorinha sugeriu uma
pizza o que topei prontamente. Pedimos uma média, metade mussarela metade
palmito.
Nesse meio tempo pedimos as
bebidas e uma garrafa de água com um copo descartável para darmos água à Cylla.
O garçom, aquele gentil nos trouxe a água e o fundo de uma garrafa pet cortada
para a Cylla beber. Só essa ação dele já estava valendo a gorjeta, (xiiiiiii eu acho que esqueci da gorjeta do garçom, também ele não veio receber a conta, quem sabe na próxima).
Ela veio numa forma de ferro e
estava borbulhante e deliciosamente derretida. A metade de palmito tinha
pedaços de palmitos misturados com pedaços de tomate, a de mussarela,
borbulhava e tinha um aroma que só de pensar de novo dá água na boca, tudo isso
sobre uma massa assada no ponto que mais parecia um pão caseiro delicado. Claro
que queimei a língua literalmente. Foi colocar o pedaço na boca e despejar um
copo de coca-cola em cima pra aliviar o calor, mas mandei bala, além dos olhos
o estômago estava querendo comida.
Depois da primeira queimada as
coisas ficaram mais calmas ou eu fiquei anestesiado não sei, sei que comemos a
pizza toda. Confesso, eu comi mais da metade, além de boa eu tava faminto.
No final quando pedimos a conta o
dono veio conversar com a gente e entre um papo e outro, falamos, claro, sobre
comida foi quando ele nos indicou um bistrô aqui perto, (em Canela tudo é
perto, menos o Castelinho) que se chama (um momento que vou pegar a cola, o que
tem de letra misturada) Schnitzelstubb. Nem me perguntem como se pronuncia isso,
escrever já foi muito complicado, imaginem falar.
A Cylla se comportou como uma lady. No começo queria cheirar tudo, depois do terreno reconhecido, deitou-se do nosso lado e ali ficou até irmos embora, quando quase se transformou numa barraqueira, puxando a gente e querendo ir para o carro.
O Alexandre, dono do Casa da
Serra, nos disse que é o dono do bistrô quem cozinha e ele é alemão e faz a
comida alemã mesmo. Adivinhe se não teremos que ir lá conferir? Se o Alexandre
tiver bom gosto e acho que tem, pela qualidade das pizzas que produz, a
experiência vai ser boa. Só o preço é que me deixa um pouco assim, preocupado.
Bom, dia 10 está ai de novo.
Depois desse papo gostoso,
pagamos a conta, tem torno de R$65,00 e fomos descobrir aonde era o tal do Schnitzelstubb (adoro o control C control V, porque escrever isso de novo eu terminaria só amanhã) e voltamos para o aconchego do nosso
aparelho de ar condicionado. São 22h40 e o termômetro lá fora marca 28 graus.
Boa noite a todos.
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